A seleção belga tem como maiores conquistas um vice campeonato europeu e a quarta colocação na Copa do Mundo de 86, e desde lá participou de poucas copas do mundo e sem destaque algum. Com uma liga enfraquecida e sem muitos resultados, a Bélgica apresenta ao mundo uma nova geração que lhe permite sonhar em não apenas participar de competições internacionais.
Na primeira colocação no qualificatório europeu para a Copa do Mundo de 2014, em um grupo sem uma grande potência, mas com times tradicionais como a Croácia e a Sérvia, parece quase certa a presença belga na Copa do Mundo de 2014.
Com um futebol envolvente e com opções interessantes no elenco e sob o comando do técnico Marc Wilmots, os Diabos Vermelhos já tiveram alguns resultados expressivos, vencendo a forte Holanda por 4 a 2, em amistoso realizado em 2012 e os EUA pelo mesmo placar em 2013, tendo agora como próximo desafio a forte seleção francesa.
Atuando em um 4-5-1 que varia para um 4-3-3 ofensivo e compacto, a seleção belga aposta na habilidade e no poder de desequilibrar o jogo de Eden Hazard, no forte miolo de zaga e no poder de organização de jogo e de impor ritmo de Dembele, Witzel e Fellaini.
No gol, a seleção belga conta com o experiente e recém contratado pelo Liverpool, Simon Mignolet, um goleiro ágil e com reflexos apurados que passa segurança, tendo como seu reserva imediata o jovem Thoubais Courtois, titular da meta do Atlético de Madrid e visto como o futuro substituto de Cech no Chelsea.
As laterais são o maior problema da seleção belga, que utiliza o zagueiro e lateral esquerdo do Tottenham, Vertonghen como solução para o lado esquerdo e o experiente Gillet na lateral direita. Ambos dão consistência defensiva, porém são fracos no apoio.
O miolo de zaga formado pelo capitão do Manchester City e da seleção belga Kompany, e pelo zagueiro canhoto Vermaelen é um dos pontos fortes do selecionado. Ambos são fortes fisicamentes, técnicos e tem boa antecipação e recuperação. Ainda para o setor o time belga conta com Alderweireld, zagueiro jovem e destaque do Ajax e da liga holandesa e com o experiente Van Buyten, hoje reserva no Bayern de Munique, mas que com experiência e força fisíca é uma ótima opção de banco.
O meio de campo é formado pelos jovens Fellaini e Witzel que com boa saída de bola, bom poder de marcação e boa organização de jogo ditam o ritmo de jogo da equipe e são destaques no Everton e no Zenit, respectivamente, tendo sido o ultimo uma das maiores transferências da ultima janela. O meia central Defour e o experiente Simons são opções interessantes que permitem aos Diabos Vermelhos manterem o padrão de jogo na ausência dos titulares.
O setor de criação do time, têm como destaque o jovem Eden Hazard, apontado como uma das revelações européia dos últimos anos, é muito rápido e habilidoso, com estilo semelhante ao de Gotze, ainda não conseguiu se firmar no Chelsea e repetir as boas atuações que fizeram do Lille um dos times a ser batido na liga francesa.
Além de Hazard, o meia Dembelé é outro destaque, com bom toque de bola e bastante técnico, foi um dos destaques do Tottenham, ditando o ritmo do time e criando jogadas, sendo apontado como um dos pilares do clube londrino. Rápido e com boa finalização o winger Mirallas completa o meio campo belga, que tem como opção o jovem e habilidoso De Bruyne, destaque do Werder Bremen na ultima temporada com 10 gols e 9 assistências e já destacado por José Mourinho, no Chelsea da Inglaterra e o winger recém contratado pelo Tottenham, Chadli.
Para o ataque a seleção belga conta com o também jovem Romeo Lukaku. que com ótima estatura, boa presença de área e boa finalização demonstra condições de ser ótimo jogador em um futuro próximo e com o atacante Benteke, um dos destaques do Aston Villa da Inglaterra.
Analise tática da Belgica:

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